
Atravesso a floresta a sonhar
com os olhos vazios, que nenhum olhar compreende
é isto um sonho ou são os meus olhos que a vêem,
uma mulher misteriosa com um manto escuro
negro como os seus olhos, macio como o veludo
Vestígios cortantes de uma alma amordaçada
grito por ajuda, corro no seu encalço
atrás da floresta de sonho, que me faz sinal de morrer
e num piscar de olho, entre choque e dor,
entre o poder e o querer
O meu rosto olhou-me: A mulher eras Tu