
Procuro no meu jardim
o cheiro inebriante da paixão
o desejo do pecado
aquela sensação de imensidão
incitada pela loucura
pelo frenesim possuído
pelas feromonas libertadas
dessa essência macabra
Procuro no meu jardim
o sonho da liberdade
para o desejo ocultado
na rede da maldade
que vive ofuscado
pelas ninfas inebriantes
que por meros instantes
exalam o mau-olhado
Procuro no meu jardim
esse aroma radiante
libertado pelo teu corpo
pela respiração ofegante
pelos suores frios
pelo anseio contido
no prazer anunciado
pelo climax apaixonado